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Programa 100% gratuito do Instituto Yduqs, em parceria com Estácio e Wyden, chega a 21 unidades e já alfabetizou mais de 2 mil pessoas

O Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos do Instituto Yduqs está com inscrições abertas para o primeiro semestre de 2026. Totalmente gratuito, o programa oferece vagas em 21 unidades de ensino distribuídas pelas regiões Sudeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil. As inscrições podem ser feitas até 28 de fevereiro de 2026 pelo link Inscrição - Programa de Alfabetização e Letramento ou presencialmente nas unidades participantes.


Voltado a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso à educação no tempo regular ou que enfrentam dificuldades de leitura e escrita, o programa amplia seu alcance e reafirma o compromisso do Instituto Yduqs com a educação como ferramenta de transformação social. Com metodologia própria, focada em situações do dia a dia dos alunos, o programa permite que o conhecimento adquirido seja aplicado na prática, promovendo autonomia e melhores condições de vida. 


Além da atuação em parceria com a Estácio e a Wyden, o programa também conta agora com a colaboração do Instituto Equatorial, iniciativa social do Grupo Equatorial, que apoia especificamente as unidades localizadas no Maranhão (imperatriz), Pará (Ananindeua), Amapá, Piauí, Goiás e Alagoas, reforçando a importância da articulação entre diferentes setores para o enfrentamento do analfabetismo no Brasil. A parceria integra a iniciativa lançada pelo Instituto Equatorial para a alfabetização de jovens e adultos em seis estados brasileiros, ampliando o alcance das ações educacionais em territórios com alta vulnerabilidade social.


“A alfabetização de jovens e adultos representa um passo decisivo para a inclusão social, econômica e cultural. Pessoas alfabetizadas têm mais oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, aos serviços públicos, à informação e à participação cidadã. Além disso, a educação ao longo da vida contribui para o fortalecimento das comunidades e para o desenvolvimento regional. Ao investir nesse público, o programa contribui diretamente para a construção de uma sociedade mais justa, com mais oportunidades e menos desigualdades”, afirma Janaína Ali, coordenadora do Instituto Equatorial.


“Quando uma pessoa aprende a ler e escrever, ela amplia suas possibilidades de escolha, de participação social e de autonomia. O Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos, além de gratuito, foi pensado para dialogar com a realidade dos alunos, ajudando cada participante a usar o conhecimento no dia a dia e a transformar sua própria história. Acreditamos no poder de potencializar o impacto da alfabetização no país. A colaboração com o Instituto Equatorial fortalece nossa atuação em regiões estratégicas e amplia o alcance do programa, levando educação básica de qualidade a quem mais precisa", reforça Cláudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs.


De acordo com a pedagoga Ariana Conceição, coordenadora do projeto em Imperatriz no Maranhão, por meio da instituição UniFacimp Wyden, a proposta consegue alcançar resultados que vão além do aprendizado formal. “O Programa veio para contribuir como um instrumento de redução das desigualdades. A alfabetização não se limita ao ato de ler e escrever, não apenas à decodificação das letras e sons, mas traz uma amplitude bem maior ao propor o acesso ao conhecimento, à informação e à capacidade de participação ativa na sociedade, o que faz do sujeito um ser não apenas alfabetizado, mas letrado”, diz.


Educação como resposta a um desafio estrutural

Mesmo com avanços, o analfabetismo ainda é um desafio no Brasil. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2023, do IBGE, indicam que o país ainda possui 9,3 milhões de pessoas analfabetas, sendo 8,3 milhões com mais de 40 anos. O problema é mais acentuado nas regiões Norte e Nordeste e impacta de forma desproporcional mulheres negras, pardas e moradores de áreas rurais.


Diante desse cenário, o Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos do Instituto Yduqs atua diretamente nas comunidades do entorno das unidades participantes, contribuindo para a redução das desigualdades educacionais e sociais.


A iniciativa reúne cerca de 100 integrantes, entre coordenadores, professores e monitores — estudantes dos cursos de licenciatura das instituições parceiras. Desde sua criação, o programa já beneficiou mais de 2 mil pessoas, com idades entre 30 e 70 anos, fortalecendo o vínculo entre educação superior e impacto social.


Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os de número 3 (Saúde e Bem-Estar), 4 (Educação de Qualidade) e 10 (Redução das Desigualdades), o programa reforça a educação como base para o desenvolvimento humano e para o exercício da cidadania.


Sobre o Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos

Lançado em 2018, o Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos do Instituto Yduqs é uma iniciativa de impacto social que busca combater o analfabetismo e promover a inclusão educacional. Oferecido gratuitamente em parceria com instituições de ensino superior e organizações da sociedade civil, o programa está presente atualmente em 21 unidades no Brasil e já alfabetizou mais de 2 mil pessoas.




A Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA) realizou, nesta sexta-feira (06), a eleição para a escolha do nome que irá liderar a Gestão Superior da instituição no biênio 2026–2028. Em chapa única, a candidata Cristiane Marques, atual 1ª subdefensora-geral do Estado, foi eleita a nova defensora-geral do Maranhão, com 178 votos válidos.


Após a homologação do pleito, o resultado será encaminhado ao governador do Estado, Carlos Brandão, para a nomeação de Cristiane Marques ao cargo máximo da Defensoria maranhense.


Segundo Cristiane Marques, o resultado representa a continuidade do trabalho já desenvolvido pela instituição e também o fortalecimento da presença feminina em espaços de decisão no sistema de justiça. A defensora destacou que a eleição simboliza um avanço na trajetória da Defensoria e na luta das mulheres por reconhecimento e igualdade.

Atualmente no cargo de 1ª subdefensora-geral do Estado, Cristiane Marques recebeu ampla aprovação da categoria durante o processo eleitoral, que ocorreu de forma tranquila, democrática e segura. A votação foi realizada por meio de sistema eletrônico desenvolvido pela equipe de Tecnologia da Informação da DPE/MA, permitindo a participação dos membros da instituição em todo o Maranhão.


Para o atual defensor público-geral do Estado, Gabriel Furtado, o resultado reflete a confiança no trabalho realizado nos últimos anos. Ele destacou a experiência, a capacidade de diálogo e o conhecimento institucional da defensora pública, fatores que, segundo ele, asseguram a continuidade de uma gestão alinhada à missão constitucional da Defensoria.


PERFIL – CRISTIANE MARQUES

Cristiane Marques Mendes é natural de Teresina (PI), formada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). É defensora pública no Maranhão desde 2012 e foi uma das proponentes da Política de Valorização da Maternidade da DPE/MA.

Titular do Núcleo da Mulher, licenciada para exercer o cargo de 1ª subdefensora-geral do Estado, desenvolveu, em 2024, o projeto “Te Alui, Mulher”, iniciativa cidadã premiada pelo RenovaBR 2024.


Recentemente, foi uma das vencedoras do programa “Servindo o Brasil”, na 12ª edição da Brazil Conference, realizada nos auditórios da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. Também integrou a turma de 2025 do programa Columbia Women’s Leadership Network e foi vencedora do Prêmio de Inovação J.Ex 2025, na categoria Liderança Exponencial, subcategoria Defensorias Públicas.


A defensora pública eleita para o biênio 2026–2028 já ocupou o cargo de diretora da Escola Superior da DPE/MA, período em que priorizou eventos e diálogos sobre questões de gênero e temas étnico-raciais. Atuou ainda no Núcleo de Moradia e Defesa Fundiária e integrou a Comissão Estadual de Combate à Violência no Campo (COECV), tornando-se referência institucional na área.

  • Alexandre Ferreira
  • há 6 minutos
  • 1 min de leitura


Os Jogos Escolares Maranhenses (JEM’s) de 2025 revelaram mais uma promessa do judô maranhense: a atleta RKayara Rocha Ferreira, integrante do projeto social Farol dos Campeões, mantido pelo Porto São Luís.


A jovem judoca, de apenas 13 anos, conquistou a medalha de ouro na categoria Sub-15 Infantil e assegurou vaga nos Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s), além de uma vaga no Campeonato Brasileiro de Judô.


O projeto social Farol dos Campeões, mantido pelo Porto São Luís, oferece aulas gratuitas de judô no contraturno escolar para 60 crianças e jovens das comunidades do Cajueiro e Praia do Cajueiro, Andirobal, Sol Nascente, Guarimanduba, Rua Principal, Mãe Chica e adjacências. As atividades são realizadas na própria comunidade. Criado há dois anos, o projeto já apresenta resultados expressivos dentro e fora do tatame. Sob orientação do sensei Witaçuci Bezerra, a iniciativa tem transformado a rotina de crianças e jovens ao unir esporte, disciplina e inclusão social.


Filha da costureira Zuleide de Jesus Rocha e do ferreiro-armador Wanderson Machado Ferreira, RKayara é a primeira atleta da família a alcançar projeção no esporte. Para a família, os benefícios vão além das medalhas, representando uma mudança de vida.


Para o Porto São Luís, o Farol dos Campeões integra o eixo esporte do seu Programa Social, que busca melhorar a qualidade de vida de crianças e jovens por meio da promoção da educação, disciplina e cidadania.


Com o ouro nos JEM’s e a classificação para os JEB’s e o Campeonato Brasileiro, RKayara se consolida como símbolo do potencial dos projetos sociais esportivos. Mais do que medalhas, sua trajetória reflete esperança, disciplina e a construção de um futuro mais promissor para os jovens do Maranhão.


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