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Após manifestação de feirantes do Mercado Central, o prefeito Eduardo Braide comentou o episódio e afirmou que a gestão enfrentou dificuldades para conduzir a reforma do espaço. Segundo ele, a construção de um novo mercado provisório buscou garantir trabalho e renda durante as obras.

A manifestação realizada por feirantes do Mercado Central ocorreu após divergências sobre a transferência para o novo espaço construído pela Prefeitura. O protesto incluiu o bloqueio de vias próximas ao mercado, em uma tentativa de pressionar o poder público por mudanças e esclarecimentos. Parte dos trabalhadores afirma que o novo local ainda apresenta problemas estruturais e não estaria totalmente preparado para receber as atividades comerciais, o que gerou insatisfação entre alguns grupos envolvidos no processo de mudança.


Defesa da gestão municipal

Ao comentar o episódio, Eduardo Braide afirmou que a decisão de reformar o Mercado Central surgiu após anos de reclamações sobre as condições do prédio antigo. Segundo o prefeito, a estrutura apresentava problemas graves, especialmente em períodos de chuva, e exigia uma intervenção ampla. Ele afirmou que a administração optou por construir um espaço provisório para garantir que os feirantes continuassem trabalhando durante as obras, evitando prejuízos financeiros enquanto o novo mercado definitivo é planejado e executado.



Transferência e resistência de parte dos feirantes

De acordo com o prefeito, mais de 350 feirantes foram cadastrados e a maioria já teria sido transferida para o novo local, com apoio da prefeitura na mudança e adaptação dos boxes. Mesmo assim, um grupo menor teria resistido à saída do antigo espaço, o que resultou na manifestação. Braide declarou que a insatisfação de parte dos comerciantes ocorre apesar das negociações realizadas anteriormente e do planejamento feito para manter a organização das atividades comerciais durante a reforma.


Debate sobre obras e impacto no comércio

A situação expõe o conflito entre a necessidade de modernização do Mercado Central e as preocupações dos trabalhadores sobre condições de trabalho e continuidade das vendas. A gestão municipal sustenta que a reforma é essencial para segurança e melhoria da estrutura, enquanto feirantes cobram ajustes e garantias antes da mudança definitiva. O episódio reforça o desafio de conciliar obras públicas de grande porte com a rotina econômica de centenas de comerciantes que dependem diretamente do espaço para manter renda e clientela.

Comerciantes e frequentadores do Mercado Central realizaram protesto na manhã desta quarta-feira e interditaram vias do Centro de São Luís. O ato é contra a transferência das atividades para o mercado provisório no Portinho e cobra garantias sobre prazos e condições da reforma do prédio histórico.


Comerciantes e frequentadores do Mercado Central realizaram, na manhã desta quarta-feira, uma manifestação que provocou bloqueios em vias estratégicas do Centro de São Luís e gerou congestionamentos em diferentes pontos da capital. O ato reuniu feirantes contrários à proposta da Prefeitura de transferir temporariamente as atividades para uma estrutura provisória montada no bairro do Portinho, no Aterro do Bacanga. Os manifestantes afirmam que a mudança compromete o funcionamento tradicional do mercado e alegam falta de diálogo sobre os impactos da transferência para o comércio local, considerado um dos principais polos populares da região central da cidade.


Rejeição ao mercado provisório

A principal reivindicação dos feirantes é a rejeição ao espaço provisório apresentado pela gestão municipal como alternativa durante a reforma do prédio histórico. O local foi planejado para abrigar os comerciantes enquanto ocorre a modernização do mercado, com galpões estruturados e boxes padronizados, segundo a prefeitura. Mesmo assim, trabalhadores afirmam que o ambiente não reproduz a dinâmica comercial consolidada ao longo de décadas no Centro, onde o fluxo constante de moradores e turistas sustenta as vendas. A avaliação dos manifestantes é de que a mudança pode provocar queda significativa no movimento e impacto direto na renda de centenas de famílias.

Falta de prazos aumenta insatisfação

Outro ponto central do protesto é a ausência de um cronograma público detalhado para a reforma e reabertura do Mercado Central. O equipamento, administrado pela Prefeitura de São Luís, é um dos espaços comerciais mais tradicionais da capital, reunindo centenas de estabelecimentos e gerando renda para milhares de pessoas direta e indiretamente. Sem garantias formais sobre prazos, feirantes afirmam temer que a permanência no espaço provisório se prolongue além do previsto. A insegurança em relação ao andamento das obras tem ampliado a tensão entre comerciantes e a gestão municipal, alimentando novas mobilizações.


Localização e impacto econômico

A localização do mercado provisório também é apontada como fator de preocupação pelos manifestantes. Segundo os feirantes, o novo endereço é considerado distante do fluxo turístico e de consumidores habituais do Centro Histórico, o que pode reduzir a circulação de clientes. O receio é de que a mudança ocorra em meio a um cenário político incerto, com discussões sobre a sucessão estadual e possíveis alterações administrativas futuras. Para os trabalhadores, a combinação entre deslocamento, indefinição sobre prazos e risco de queda nas vendas representa ameaça direta à sobrevivência econômica de famílias que dependem do comércio tradicional do Mercado Central.

O governador Carlos Brandão informou que o Corpo de Bombeiros do Maranhão está em contato com equipes do Pará e com a Marinha do Brasil para auxiliar nas buscas pelo pescador James Vinicius Costa Marques, desaparecido após o naufrágio da embarcação COPAMA 32 no litoral paraense.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, anunciou por meio das redes sociais que o Corpo de Bombeiros do Estado iniciou articulação com as equipes do Pará e com a Marinha do Brasil para reforçar as buscas pelo pescador desaparecido após o naufrágio da embarcação COPAMA 32. O caso envolve uma embarcação que partiu do município de Raposa e afundou no último domingo, no litoral paraense. Segundo o governador, o objetivo é garantir apoio institucional e integração entre as forças envolvidas na operação, que permanece em andamento sob coordenação das autoridades responsáveis pelas ações de busca e salvamento na área do acidente.


Naufrágio e desaparecimento em alto-mar

O naufrágio ocorreu em alto-mar, na costa do município de Salinas, no Pará, quando a embarcação transportava seis pescadores. Cinco tripulantes foram resgatados com vida por outra embarcação que passava pela região, mas o mestre do barco permaneceu desaparecido desde o momento do acidente. O pescador é James Vinicius Costa Marques, conhecido como “Vico”, de 39 anos, morador de Raposa, na região metropolitana de São Luís. As circunstâncias do naufrágio ainda são apuradas, enquanto as equipes mantêm as buscas na tentativa de localizar o desaparecido.



Atuação conjunta entre estados e Marinha

De acordo com as informações divulgadas, o Corpo de Bombeiros do Maranhão mantém contato direto com a corporação do Pará e com a Marinha do Brasil, responsável pela coordenação das operações marítimas. O protocolo de busca e salvamento foi acionado logo após o registro do naufrágio, reunindo diferentes órgãos em uma atuação integrada. A cooperação entre as instituições busca ampliar a área de varredura e melhorar as condições operacionais das buscas, considerando as dificuldades impostas pelas condições do mar e pela distância do ponto onde ocorreu o acidente.


Família aguarda respostas

Enquanto as buscas continuam, familiares e amigos do pescador acompanham o trabalho das equipes na expectativa por respostas. Em manifestação pública, o governador prestou solidariedade à família e afirmou acompanhar o caso desde os primeiros registros do naufrágio. O desaparecimento do mestre da embarcação mobilizou pescadores da região e comunidades ligadas à atividade pesqueira, que seguem acompanhando o desdobramento das operações. As autoridades informaram que as buscas permanecem ativas e sem prazo definido para encerramento.

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