- Alexandre Ferreira
- há 4 horas
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Após manifestação de feirantes do Mercado Central, o prefeito Eduardo Braide comentou o episódio e afirmou que a gestão enfrentou dificuldades para conduzir a reforma do espaço. Segundo ele, a construção de um novo mercado provisório buscou garantir trabalho e renda durante as obras.

A manifestação realizada por feirantes do Mercado Central ocorreu após divergências sobre a transferência para o novo espaço construído pela Prefeitura. O protesto incluiu o bloqueio de vias próximas ao mercado, em uma tentativa de pressionar o poder público por mudanças e esclarecimentos. Parte dos trabalhadores afirma que o novo local ainda apresenta problemas estruturais e não estaria totalmente preparado para receber as atividades comerciais, o que gerou insatisfação entre alguns grupos envolvidos no processo de mudança.
Defesa da gestão municipal
Ao comentar o episódio, Eduardo Braide afirmou que a decisão de reformar o Mercado Central surgiu após anos de reclamações sobre as condições do prédio antigo. Segundo o prefeito, a estrutura apresentava problemas graves, especialmente em períodos de chuva, e exigia uma intervenção ampla. Ele afirmou que a administração optou por construir um espaço provisório para garantir que os feirantes continuassem trabalhando durante as obras, evitando prejuízos financeiros enquanto o novo mercado definitivo é planejado e executado.
Transferência e resistência de parte dos feirantes
De acordo com o prefeito, mais de 350 feirantes foram cadastrados e a maioria já teria sido transferida para o novo local, com apoio da prefeitura na mudança e adaptação dos boxes. Mesmo assim, um grupo menor teria resistido à saída do antigo espaço, o que resultou na manifestação. Braide declarou que a insatisfação de parte dos comerciantes ocorre apesar das negociações realizadas anteriormente e do planejamento feito para manter a organização das atividades comerciais durante a reforma.
Debate sobre obras e impacto no comércio
A situação expõe o conflito entre a necessidade de modernização do Mercado Central e as preocupações dos trabalhadores sobre condições de trabalho e continuidade das vendas. A gestão municipal sustenta que a reforma é essencial para segurança e melhoria da estrutura, enquanto feirantes cobram ajustes e garantias antes da mudança definitiva. O episódio reforça o desafio de conciliar obras públicas de grande porte com a rotina econômica de centenas de comerciantes que dependem diretamente do espaço para manter renda e clientela.




