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  • Alexandre Ferreira
  • há 14 minutos
  • 2 min de leitura

O período de carnaval altera o funcionamento da administração pública federal e do sistema bancário em todo o país. Nos dias 16 e 17 de fevereiro, haverá ponto facultativo e suspensão do atendimento presencial nas agências, com retomada parcial apenas na Quarta-feira de Cinzas.

Os dias 16 e 17 de fevereiro foram definidos como ponto facultativo na administração pública federal em razão do período de carnaval. A medida também prevê expediente reduzido até as 14 horas da Quarta-feira de Cinzas, conforme definição do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. A decisão acompanha o calendário tradicional adotado pelo governo federal, que mantém apenas serviços considerados essenciais em funcionamento. O ponto facultativo não caracteriza feriado nacional, mas altera rotinas administrativas e impacta o funcionamento de órgãos públicos e parte dos serviços vinculados à esfera federal durante os dias de folia em todo o país.


Funcionamento dos bancos no carnaval

Durante o carnaval, as agências bancárias não terão atendimento presencial na segunda-feira, dia 16, e na terça-feira, dia 17. O retorno das atividades ocorre na Quarta-feira de Cinzas, a partir das 12 horas, no horário de Brasília, mantendo o encerramento no horário normal de cada unidade. Segundo a Federação Brasileira de Bancos, as datas são consideradas feriados bancários, o que suspende operações presenciais e altera o calendário de atendimento ao público. Em localidades onde as agências costumam fechar antes das 15 horas, o início do expediente será antecipado para garantir pelo menos três horas de funcionamento presencial ao público.


Transferências e compensações bancárias

Nos dias sem expediente bancário não haverá compensação de operações financeiras, incluindo transferências por TED e liquidação de boletos. O Pix, no entanto, continuará funcionando normalmente durante todo o período, já que opera de forma ininterrupta, inclusive em fins de semana e feriados. A orientação das instituições financeiras é que clientes utilizem canais digitais, como aplicativos e internet banking, para pagamentos e transferências urgentes. Caixas eletrônicos também permanecem disponíveis, permitindo saques e outras operações básicas durante o carnaval, reduzindo a necessidade de atendimento presencial nas agências.


Pagamento de contas e orientações

Boletos e contas de consumo com vencimento nos dias 16 e 17 poderão ser pagos no dia útil seguinte, sem cobrança de juros ou encargos adicionais. A recomendação é diferente para tributos e impostos, que devem ser quitados antecipadamente caso vençam durante o período sem compensação bancária, evitando multas e acréscimos. A Febraban reforça que o uso de plataformas digitais facilita a realização de operações financeiras nesses dias, garantindo continuidade dos serviços mesmo com o fechamento das agências. O planejamento prévio é apontado como forma de evitar atrasos e transtornos financeiros durante o período festivo.

  • Alexandre Ferreira
  • há 19 minutos
  • 2 min de leitura

O orçamento de São Luís para 2026 segue sem votação após novo capítulo do impasse entre Câmara Municipal e Prefeitura. O presidente do Legislativo, Paulo Victor, confirmou que a análise ocorrerá apenas depois do Carnaval, mesmo diante de decisões judiciais que estabeleceram prazo para apreciação da matéria.

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Victor, informou durante sessão ordinária realizada na segunda-feira (9) que a votação do orçamento de 2026 acontecerá somente após o recesso de Carnaval. A declaração ocorreu em meio ao impasse institucional entre Legislativo e Executivo, que se estende desde o envio do projeto orçamentário ao parlamento. A decisão mantém a pauta sem definição imediata, apesar de determinações judiciais que estabeleceram prazo para apreciação da Lei Orçamentária Anual e do Plano Plurianual, intensificando o debate político e administrativo sobre a condução do calendário legislativo.


Decisões judiciais e autonomia do Legislativo

O adiamento ocorre mesmo após decisão judicial determinar que o orçamento fosse apreciado em até quatro dias. Segundo Paulo Victor, a Câmara cumpre as determinações da Justiça, mas preserva a organização interna da agenda legislativa. O parlamentar afirmou que a definição do cronograma respeita a autonomia institucional da Casa, enquanto o debate segue em tramitação nas comissões e no plenário. O posicionamento foi apresentado como forma de conciliar o cumprimento das decisões judiciais com o funcionamento administrativo do Legislativo municipal.

Mudanças após decisão do Tribunal de Justiça

Inicialmente, uma liminar autorizou a Prefeitura a suplementar valores provisoriamente e determinou votação imediata da LOA e do PPA, além de concentrar a pauta legislativa apenas no orçamento. Posteriormente, decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão suspendeu parte desses efeitos, restabelecendo a autonomia da Câmara para organizar seus trabalhos. A Corte manteve o reajuste dos professores, proibiu novas suplementações financeiras e determinou que o município continuasse operando sob regras transitórias até a deliberação final da matéria.


Funcionamento por duodécimos e impacto administrativo

Enquanto o orçamento não é aprovado, a administração municipal segue operando em regime de duodécimos, mecanismo que limita a execução financeira mensal a uma fração do orçamento anterior. Nesse cenário, despesas obrigatórias continuam sendo realizadas, mas novos investimentos e ampliações de programas ficam condicionados à aprovação da peça orçamentária. Com a retomada do controle da pauta pelo Legislativo, a expectativa é que o tema volte ao centro das discussões após o período carnavalesco, quando a matéria deverá ser novamente levada ao plenário para votação definitiva.

  • Alexandre Ferreira
  • há 25 minutos
  • 2 min de leitura

A morte da menina Geysabelle Santos, de 6 anos, após afogamento no rio do povoado Santa Rosa, em Tutóia, causou forte comoção no município. A criança foi socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu. O caso mobilizou moradores e levantou debates sobre segurança em áreas de banho.

No domingo, 8 de fevereiro, o município de Tutóia, no litoral do Maranhão, foi marcado por uma tragédia que abalou moradores da região. A menina Geysabelle Santos, de apenas seis anos, morreu após se afogar no rio do povoado Santa Rosa. A criança, que morava no povoado Seriema, estava nas proximidades do rio quando ocorreu o acidente. O episódio rapidamente repercutiu entre moradores e familiares, provocando grande comoção e um sentimento coletivo de tristeza diante da perda precoce.


Socorro e mobilização

Segundo relatos de testemunhas, a criança foi retirada da água e socorrida rapidamente por pessoas que estavam no local. Em seguida, foi levada ao Hospital Lucas Veras, em Tutóia, onde recebeu atendimento médico. Apesar dos esforços realizados pela equipe de saúde e da mobilização de moradores, Geysabelle não resistiu às consequências do afogamento. A notícia da morte se espalhou rapidamente pela cidade e por comunidades vizinhas, gerando manifestações de solidariedade e apoio à família neste momento de dor.


Solidariedade e despedida

A mãe da criança estava fora do estado quando recebeu a notícia da tragédia e precisou organizar o retorno ao Maranhão com urgência. Diante das dificuldades financeiras, moradores e internautas se mobilizaram por meio de uma campanha de arrecadação nas redes sociais para custear as passagens aéreas. A iniciativa atingiu o valor necessário em pouco tempo e foi encerrada após a confirmação do retorno. O gesto evidenciou a união da comunidade de Tutóia diante da dor da família e reforçou o clima de solidariedade entre os moradores.


Comoção e reflexão

A morte de Geysabelle provocou forte impacto emocional na cidade, levando autoridades e moradores a manifestarem pesar e apoio à família. O caso também trouxe à tona discussões sobre os riscos em áreas de banho, especialmente para crianças, e a necessidade de atenção redobrada em ambientes naturais. As circunstâncias do afogamento ainda não foram totalmente esclarecidas, o que mantém o sentimento de angústia entre familiares e a comunidade, que agora enfrenta o luto e busca respostas para o ocorrido.

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