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  • Alexandre Ferreira
  • 2 de jan.
  • 1 min de leitura

Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), divulgou que participou de um bolão da Mega-Sena da Virada com Jair e o ex-assessor Mosart Aragão, acertando quatro dezenas no sorteio de 1º de janeiro de 2026. O grupo ganhou o prêmio da quadra, com cada aposta valendo R$ 216,76.

Renato Bolsonaro revelou em redes sociais que, junto com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-assessor Mosart Aragão Pereira, fez uma aposta coletiva na Mega-Sena da Virada. A aposta, registrada em 20 de dezembro de 2025, acertou quatro dos seis números sorteados no concurso especial realizado em 1º de janeiro de 2026.


Os números e o prêmio

No bilhete divulgado, o grupo havia apostado as dezenas 06, 13, 21, 22, 32 e 59. O sorteio extraído pela Caixa Econômica Federal teve 09, 13, 21, 32, 33 e 59, resultando no acerto de quatro números — a chamada quadra — entre eles o 13, número tradicionalmente associado ao PT nas urnas.



Valor recebido e divisão

Cada aposta vencedora da quadra na Mega da Virada recebeu R$ 216,76, conforme as regras da loteria da Caixa. No caso do bolão envolvendo Bolsonaro e seus aliados, o prêmio será dividido entre os participantes. Ao todo, 308.315 apostas acertaram a quadra no concurso especial deste ano.


Contexto e repercussão

Renato Bolsonaro afirmou que a prática de fazer bolões é tradicional na família e com aliados, ocorrendo “todo ano”. A participação de Jair Bolsonaro na aposta aconteceu enquanto ele estava preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, em cumprimento de pena após condenação por tentativa de golpe de Estado, contexto que amplificou o interesse público no episódio.

  • Alexandre Ferreira
  • 2 de jan.
  • 2 min de leitura

Pesquisa do instituto Prever coloca a deputada e presidente da Alema, Iracema Vale, em posição de destaque na corrida ao Senado pelo Maranhão em 2026. Com 7,4% no primeiro voto e 9,2% no segundo, ela supera nomes já em campanha, sinalizando crescimento político no estado.



O levantamento do Instituto Prever, realizado entre 18 e 26 de dezembro de 2025, posicionou Iracema Vale entre os nomes com potencial competitivo para uma das duas vagas ao Senado Federal pelo Maranhão. No cenário estimulado para o primeiro voto, ela alcançou 7,4% das intenções, índice superior ao de concorrentes como Hilton Gonçalo e César Pires, que registraram 3,0% cada. O resultado surpreendeu setores do grupo governista e indicou um início de trajetória ascendente na disputa estadual.



Crescimento na Segunda Opção de Voto

A relevância do nome de Iracema Vale torna-se ainda mais evidente no segundo voto, onde chega a 9,2% das intenções. Esse desempenho não só a coloca à frente de pré-candidatos já formalizados, como também reforça seu potencial de ampliar apoio ao longo da campanha eleitoral. A soma dos dados dos dois votos válidos coloca seu índice agregado em torno de 10,3%, o que representa um destaque em um cenário competitivo para o Senado no Maranhão.



Comparação com Outros Pré-Candidatos

No contexto geral da pesquisa para o Senado, nomes como Weverton Rocha lideram a disputa, com percentuais mais elevados, seguidos por Roberto Rocha, André Fufuca e Eliziane Gama. Ainda assim, o posicionamento de Iracema Vale acima de outros concorrentes já estabelecidos mostra que seu nome tem ganhado visibilidade entre eleitores maranhenses. Esses números indicam uma base inicial sólida e espaço para evolução conforme a campanha avança.


Posição Declarada e Perspectivas

Apesar dos indicadores positivos, Iracema Vale tem enfatizado em entrevistas que seu foco principal é a reeleição à presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão, no Palácio Manuel Beckman. Ao mesmo tempo, ela afirma estar à disposição do grupo político liderado pelo governador Carlos Brandão, mantendo aberta a possibilidade de contribuir em outras frentes do projeto eleitoral de 2026, dependendo das articulações políticas futuras.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou nesta quinta-feira (1º) o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar humanitária após sua alta médica no DF Star, em Brasília. Moraes manteve o cumprimento da pena na Superintendência da Polícia Federal, por entender que não houve agravamento de saúde.



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, indeferiu o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que ele cumprisse prisão domiciliar humanitária após a previsão de alta do hospital DF Star, em Brasília, nesta quinta-feira, 1º. Moraes considerou que a defesa não comprovou fatos novos que justificassem a mudança de regime.


STF mantém Bolsonaro em regime fechado na PF

Na decisão, Moraes afirmou que não houve agravamento do quadro de saúde do ex-presidente, mas sim melhora após procedimentos médicos, e determinou que ele retorne ao cumprimento da pena na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal após a alta hospitalar.



Defesa alegou saúde, STF discordou

A defesa de Bolsonaro havia sustentado que o retorno ao regime fechado colocaria em risco a saúde dele depois de múltiplos procedimentos médicos, incluindo cirurgias para hérnia e tratamentos de soluços persistentes. Moraes, contudo, afirmou que os laudos médicos indicaram melhora e que cuidados podem ser prestados na PF.


Condições médicas e tratamentos pós-cirúrgicos

Bolsonaro esteve internado desde 24 de dezembro para correção de hérnia e procedimentos para tratar soluços persistentes. Ele também enfrentou problemas como gastrite e esofagite e receberá tratamentos não invasivos e orientações de autocuidado após alta.


Decisão segue referência de regime penal

A decisão de Moraes segue o entendimento de que não foram apresentados requisitos legais para prisão domiciliar humanitária. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e sua prisão preventiva foi mantida após descumprimentos de medidas cautelares.

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